Fazia muito tempo que eu queria começar um blog, mas pra ser sincero a preguiça era o que me impedia de fazer esse feito estraordinário, mas eu deixei isso de lado e resolvi começar um blog. Eu vou tentar postar semanalmente e é do meu costume fazer textos grandes, mas não venha cobrar de mim, esse é o meu blog e eu faço a p#@!a do que eu quizer nele(mentira, eu já me sinto obrigado a escrever aqui).
Mas bem, como meu primeiro post eu não encontrei nada melhor além de falar da minha paixão infinita por games. Eu sou gamer desde que me reconheço como gente(ainda que só eu tenha esse conhecimento de mim mesmo...) e isso já é uma constante na minha vida. Até os meus 10 ou 11 anos eu jurava que era o único ser vivo na face desse planeta feio que gostava tanto de games, mas aí eu descobri a internet, mas eu já estou devagando demais. Eu vou falar de tópicos que eu acho importantes sobre games e que me deixam puto da vida, então se eu começar a xingar tudo e a todos podem chamar os thunder cats(se você não conhece ou não gosta dos thunder cats, morra com uma convulsão, diabo.)
1 - ''Isso é coisa de criança!''
Não, não é. Se você ainda acha isso ou você é extremamente ignorante, não usou a internet nem assistiu televisão nos ultimos 10/5 anos ou é o Seu Lunga(google it). Quando esse assunto passa na minha cabeça essa é uma das primeiras imagens que me aparecem. A imagem acima é do game Gears of War, lançado no começo da vida do xbox360 e depois pra PC. Ela retrata uma das mecânicas mais famosas do game que é de, bem, fazer do seu inimigo sua putinha. você pode partir ele ao meio com uma serra elétrica(como na imagem), abrir mais de oito mil buracos no rosto dele e por aí. Agora, eu não considero GoW uma obra prima, na verdade é um jogo com muitas falhas, sendo a falta de história uma das principais, mas ainda assim, é um bom game e que diverte. Como muitos outros, GoW foi alvo de muitas críticas, entre uma delas a mais famosa e estúpida de todas: "como que podem querer que meu filhinho jogue isso?''. Simples, não querem. É pra isso que existe a ESRB, a ''censura'', que funciona mais como uma advertência, e eu tenho certeza que GoW é um jogo rated M(mature), ou seja, para 17 anos ou mais. Se o diabinho escandaloso e irritante que você chama de filho colocou as mãos nesse jogo que você não aprova, a culpa é sua por não prestar atenção no que ele faz e por não cuidar dele direito.
Claro que Gears não é o único game assim, na verdade uma grande maioria dos games de hoje em dia conteem temas adultos, seja na história ou mais diretamente com a violência extrema e palavrões sem sentido nem necessidade igual tropa de elite. O que eu quero deixar claro é, existem games para crianças sim, mas são aqueles tipos de games com unicórnios e princesinhas felizes e saltitantes que viviam felizes saltitando até que um mago DUMAL transforma todos os habitantes da vila feliz em pastéis de carne. O que mais rende hoje em dia são os jogos épicos que te fazem refletir sobre a vida e se divertir pra caramba enquanto te dá uma idéia legal(ou no caso de gears, rir enlouquecidamente do fato de trucidar um alienígina extremamente bem armado enquanto seu personagem profana o pudor da mãe dele.), e é desses que eu vou falar agora.
2 - Games, uma arte.
É, arte. A definição de arte é de que qualquer coisa que te faça sentir uma emoção muito forte te faça refletir sobre algo, ou até filosofar, se estiver se sentindo mais culto. A questão é que eu já perdí a conta de quantos jogos emocionaram não só a mim mas uma boa parte da população do mundo que não é sociopata e que já jogou games na vida. Um exemplo clássico é a morte de aerith em final fantasy VII. Muitas pessoas até hoje lembram desse momento no ato 2 do game, umas até dizem que choraram(algumas por terem se apegado à personagem, outros por verem que as 13 horas que passaram sentados com os dedos ardendo evoluindo aerith e a fazendo sua personagem mais foda foram por água a baixo, literalmente). Outro clássico exemplo é o que ilustra a abertura da segunda parte do meu post, shadow of the colossus. Dos mesmos criadores de ICO(ótimo game de ps2 que é esquecido mas também é um belo exemplo de um jogo bem feito), nele você assume o papel de Wander e em seu controle você deve matar 16 colossos que assombram uma região proíbida. o que tem de mais nisso? eu explicarei a seguir, mas antes eu aviso que o próximo parágrafo contém spoilers para todo o jogo, ou seja, eu vou falar da história até seu final, então se você pretende continuar jogar esse jogo é melhor pular para a próxima parte.
Tendo dado meu aviso, a história do jogo é de que Wander morava numa cidade com sua namorada(cujo nome eu não me lembro agora) e eles viviam felizes, até que ela é sacrificada pois ela trazia perigo para a região por ser amaldioçoada ou algo assim(eu joguei o jogo faz um bom tempo, não me pressione!). Wander logicamente não se conforma com o ocorrido e rouba a espada sagrada e o corpo de sua amada e parte em direção à terra proibída montado em seu cavalo Agro. Wander encontra um templo e deita sua namorada em uma espécie de cama de pedra, e nesse momento ele conhece Dormin, uma voz do além que diz que pode ajudá-lo. Wander, desesperado, diz que faria qualquer coisa por sua amada e dormin faz um acordo de que se Wander matar os 16 colossos que vivem no local Dormin reviverá sua namorada. Wander parte então para destruir os monstros e salvar sua amada, ainda com a companhia de seu cavalo.
No decorrer do game, presenciamos combates épicos e lindos, pois cada colosso tem sua própria estratégia para ser derrotado e é preciso os escalar e encontrar seus pontos fracos para então os acertar com a espada sagrada. o ponto chave das batalhas é de que os inimigos são realmente colossais, a maioria deles cobrem a tela inteira só com seus pés. Ao fim de cada luta, Wander é possuído por sombras que saem dos corpos dos colossos e magicamente o transportam de volta ao templo,e a cada colosso morto, o jogador sente que há alguma coisa errada, que aquilo não é certo. Bem, realmente não era. Ao matar o 15° colosso, Dormin mostra suas verdadeiras intenções. Os colossos eram na verdade criaturas sagradas que viviam em paz na região e que não eram ameaça à ninguém. Dormin então transforma-se em um colosso, do tamanho do monte everest ou até maior e Wander é luta contra ele. Dormin possui o corpo de Wander e agora Wander é um colosso, e nesse momento os cavaleiros da cidade o enfrentam para selar Dormin mais uma vez. No final Wander é selado junto de Dormin mas é revivido como um bebê, que recebe os cuidados de ninguém além de...sua namorada.Sim, ela realmente reviveu, mas não é essa a questão. A intenção do game é de mostrar que o amor pode ser egoísta e que fazemos muitas coisas estúpidas que prejudicam à todos e até a nós mesmos. Te faz pensar, não?
FINALMENTE ACABOU!
E aqui acaba meu primeiro post. Se você gostou dele é só comentar aqui em baixo, ou se você achou uma merda e quer que eu me foda, pode comentar também e eu vou ter certeza de te xingar muito no twitter. Se tiver alguma dúvida ou algum comentário interessante para fazer, eu vou ficar mais do que feliz em responder.
Tenha um bom dia/uma boa tarde/noite/madrugada/morra.
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